
As operações de gestão automática da barragem de Massingir face a cenários de emergência de cheias estão comprometidas há mais de cinco meses, devido ao roubo de cabos de cobre e vandalização de todo o sistema operacional, que inclui o descarregador principal de cheias. A infra-estrutura opera no improviso, pois são necessários seis milhões de meticais para a aquisição de material e contratação de técnicos estrangeiros especializados.
“Vandalizaram todo o sistema com todos os cabos (…) e também foi vandalizado o nosso transformador secundário, que eleva a corrente para o nosso órgão, que é o descarregador principal de cheias”, avançou Ivan Cuna, director da divisão de gestão da Bacia do Limpopo, explicando que, no momento, a barragem não está a operar de forma normal.
Cuna avançou ainda que a situação foi comunicada à Polícia, que está a trabalhar no assunto, mas ainda não tem pistas
Recentemente um jovem de 16 anos perdeu a vida na barragem, enquanto pescava. As autoridades dizem estar preocupadas com a frequência com que ocorreram episódios de vandalização no local.
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