México e África do Sul dão o pontapé de saída, esta noite, do Campeonato do Mundo 2026. Esta edição tem a particularidade de contar com a presença de 48 seleções, que vão procurar levantar o troféu mais cobiçado do futebol planetário.
A cerimónia de abertura, ensaiada ao detalhe com várias coreografias que retratam a cultura de cada uma das 48 seleções, será o primeiro passo daquilo que se espera venha a ser o Mundial 2026. Mais de vinte artistas, de estilos e feitios diferentes, vão dar brilho ao evento.
Fora dos palcos, Donald Trump estará ao lado do presidente da FIFA, Gianni Infantino, num contexto marcado por várias restrições para entrar nos Estados Unidos da América. E o julgado somali Omar Artan, foi um dos impedidos de entrar nos EUA, adiando a sua estreia na prova, mas foi recebido como um herói no seu país.
Estados Unidos da América, México e Canadá são os palcos escolhidos para a última dança dos melhores atores do futebol mundial. 48 seleções vão, desta noite até o dia 19 do próximo mês, em busca de um lugar ao sol para alcançarem o topo do futebol mundial.
Vários continentes, países, culturas e povos se juntam atrás da Trionda, bola oficial do mundial, ela que converge emoções, divide opiniões e premeia os melhores.
México, um dos anfitriões da prova, e África do Sul, vão apadrinhar o arranque do Mundial, num contexto de mudanças profundas no seu formato. Argentina, Espanha, França, Alemanha, Portugal e Inglaterra estão no topo da lista dos prováveis vencedores da prova.
Edição única e que, por isso mesmo, vai marcar a viragem do futebol mundial. Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, dois prodígios que, nas últimas duas décadas, bipolarizaram o futebol mundial, ensaiam a última coreografia no palco da perfeição. Despedida de dois astros. O que será o futebol?


