
O surto de Ébola na República Democrática do Congo e Uganda ultrapassou os 600 casos confirmados e atingiu mais de 100 mortes, enquanto as autoridades de saúde alertam que a insegurança, a falta de recursos e as restrições de viagem estão a dificultar os esforços para conter o vírus. Por outro lado, os EUA apelam a controlos de viagem mais rigorosos à medida que os casos tendem a subir.
As infecções transmitidas por Ébola na República Democrática do Congo e Uganda subiram para 608, com 102 mortes registadas até 8 de junho corrente, de acordo com os Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças relacionadas pela AfricaNews.
A RDC continua a ser o epicentro do surto, com 589 casos confirmados após a deteção de 45 novas infeções num período de 24 horas. Uganda não registou novos casos confirmados durante o mesmo período.
As autoridades de saúde acreditam que o número real de infeções pode ser maior devido à subnotificação e às dificuldades de acesso às comunidades afetadas.
Diante do cenário, os Estados Unidos da América apelam a controles de viagem mais rigorosos.
Os esforços de resposta enfrentam grandes obstáculos. As autoridades de saúde afirmam que a resposta ao surto está a ser dificultada por diversas limitações operacionais em várias regiões afectadas.
Muitas unidades de saúde atendem a necessidades básicas, incluindo água potável, equipamentos de proteção, materiais de descontaminação e incineradores funcionais.
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